Embora atraia milhões de participantes, a Marcha para Jesus não é uma unanimidade no meio evangélico, e constantemente é alvo de críticas e protestos por parte de lideranças que discordam do propósito do evento.
A mais recente crítica à Marcha foi feita pelo reverendo Ageu Cirilo, pastor da Igreja Presbiteriana de Vila Guarani, em São Paulo. Num artigo publicado na edição de maio do jornal Brasil Presbiteriano, o reverendo lista dez motivos que segundo ele, justificam a não participação no evento.
O primeiro motivo seria a participação do líder da Igreja Renascer, apóstolo Estevam Hernandes. De acordo com Cirilo, o título usado por Hernandes é uma autodenominação: “A igreja que organiza a maior parte da marcha é conduzida por um homem que se autodenomina apóstolo.